Tente Outra Vez

 

Tente outra vez
Raul Seixas
Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça aguenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!
Queira! (Queira!)
Basta…
_________________________________________
Translated by google.com
Try again
Raul Seixas
Look!
Do not say the song
Is lost
Have faith in God
Have faith in life
Try again!
Drink it! (Drink it!)
For the living water
Still at the source
(Try again!)
You have two feet
To cross the bridge
Nothing is over!
No! No! No!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Try it!
Raise your thirsty hand
And start walking again.
Do not think
That the head hangs
If you stop
No! No! No!
No! No! No!
There is a voice that sings
A voice that dances
A spinning voice
(Turns!)
Dancing in the air
Uh! Uh! Uh!
Write a review! (Please!)
Enough…
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Shahbaz Bhatti – Um Homem com um Sonho

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Eu sou capaz de ouvi-lo?

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Fé do Povo da Nicarágua: Virgem Puríssima

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Sete dores da Santa Maria

A semana que antecede a Semana Santa, é conhecida e vivida pelos católicos como a Semana das Dores, fazendo lembrança as 7 dores vividas por Nossa Senhora.

Reflitamos as 7 dores de Nossa Senhora:

1ª. Dor – Apresentação de meu Filho no templo

Nesta primeira dor veremos como o coração de Maria Santíssima foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que o Filho dela seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a da santa obediência. Sejamos obedientes aos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.

Quando soube que uma espada lhe atravessaria a alma, desde aquele instante Maria experimentou sempre uma grande dor, mas sempre olhava para o Céu e dizia: ‘Em vós confio’. Quem confia em Deus jamais será confundido. Em nossas penas, angústias, confiemos em Deus e jamais nos arrependeremos dessa confiança.

Quando a obediência nos trouxer qualquer sacrifício, confiando em Deus, a Ele entreguemos nossas dores e apreensões, sofrendo de bom grado por amor. Obedeçamos não por motivos humanos, mas pelo amor Daquele que por nosso amor se fez obediente até a morte de Cruz.  

2ª. Dor – A fuga para o Egito

Irmãos, quando Jesus, Maria e José fugiram para o Egito, foi grande dor saber que desejavam matar o seu filho, aquele que trazia a salvação! Maria não se aflige pelas dificuldades em terras longínquas; mas por ver seu filho inocente perseguido, por ser o Redentor. Maria suportou o exílio por amor e por alegria por Deus fazer dela cooperadora do mistério da salvação. No exílio Maria sofreu provocações, mas as portas do Céu futuramente abriam para Maria. Esta dor nos ensina a aceitar as provocações do dia-a-dia com alegria de quem sofre para agradar a Deus. Esse agir e esse procedimento chamam-se santidade. No meio da dor sofrem os infelizes, entregam-se ao desespero, porque não têm a amizade divina, que traz paz e confiança em Deus. Por isso, somos convidados a aceitar os sofrimentos por amor a Deus. Exultemos de alegria, porque grande é o nosso merecimento, assemelhando-nos a Jesus Crucificado, que tanto sofreu por amor a vossas almas!  

3ª. Dor – Perda do Menino Jesus

Maria procurou Jesus por três dias. Maria tinha consciência de que Ele era o Messias prometido. Quando o encontrou no Templo, no meio dos doutores, ao dizer-lhe que havia deixado sua mãe três dias em aflição, ele respondeu-lhe: “Eu vim ao mundo para cuidar dos interesses de meu Pai, que está no Céu”. À esta resposta do meigo Jesus, Maria emudeceu e compreendeu que sendo o seu Filho, Homem e Deus, aquele que salva assim deveria proceder, submetendo a sua vida à vontade de Deus, que muitas vezes nos fere em proveito de nossos irmãos.

Jesus deixou Maria por três dias angustiada para proveito da salvação. Aqui devemos contemplar as mães que choram, ao verem os seus filhos generosos ouvirem o chamamento divino, aprendendo com Maria a sacrificar o seu amor natural. Se seus filhos forem chamados para trabalhar na vinha do Senhor, não abafem tão nobre aspiração, como é a vocação religiosa. Mães e pais dedicados, ainda que o seu coração sangre de dor, deixem seus filhos partirem, deixem corresponder aos desígnios de Deus, que usa com eles de tanta predileção. Pais que sofrem, ofertem a Deus a dor da separação, para que seus filhos, que foram chamados, possam ser na realidade bons filhos Daquele que os chamou. Lembrem-se que seus filhos a Deus pertencem e não a vocês. Devem criá-los para servir e amar a Deus neste mundo, e um dia no Céu O louvarem por toda a eternidade.

Pobres aqueles que querem prender seus filhos, abafando-lhes a vocação! Os pais que assim procedem podem levar seus filhos à perdição eterna e ainda terão que dar contas a Deus no último dia. Porém, protegendo suas vocações, encaminhando-os para tão nobre fim, que bela recompensa receberão estes pais afortunados! Ainda que aqui chorem de saudades e a separação lhes custe muitas lágrimas, eles serão abençoados! E vocês, filhos prediletos chamados por Deus, procedam como Jesus procedeu comigo: primeiramente obedeça à vontade de Deus, que os chamou para habitar na sua casa, quando diz: ‘Quem ama seu pai e sua mãe mais do que a mim não é digno de Mim’. Vigiem se, por causa de um amor natural, deixam de corresponder ao chamado divino!

Almas eleitas chamadas e que sacrificam as afeições mais caras e a sua própria vontade para servir a Deus! Grande é sua recompensa. Avante! Sejam generosas em tudo e louvem a Deus por terem sido escolhidas para tão nobre fim.

Vocês que choram, pais, irmãos, regozijam-se, porque suas lágrimas um dia converter-se-ão em pérolas, como as de Maria Santíssima se converteram em favor da humanidade.

4ª. Dor – Doloroso encontro no caminho do Calvário

Contemplemos e vejamos se há dor semelhante à dor de Maria Santíssima, quando encontrou-se com seu divino Filho a caminho do Calvário, carregando uma pesada cruz e insultado como se fosse um criminoso.

‘É preciso que o Filho de Deus seja esmagado para abrir as portas da mansão da paz!’ Lembremo-nos de suas palavras e aceitemos a vontade do Altíssimo, nossa força em horas tão cruéis de nossa vida.

Ao encontrá-lo, Jesus fitou os olhos de Maria e a fez compreender a dor de sua alma. Não pôde dizer-lhe palavra, porém a fez compreender que era necessário que se unisse à Sua grande dor. Amados irmãos, a união da grande dor de Maria e Jesus nesse encontro tem sido a força de tantos mártires e de tantas mães aflitas!

Almas que temem o sacrifício aprendam nesta meditação a se submeterem à vontade de Deus, como Maria e Jesus se submeteram! Aprendam a calar nos seus sofrimentos.

No nosso silêncio, nesta dor imensa, armazenamos riquezas imensuráveis! Nossas almas hão de sentir a eficácia desta riqueza na hora em que, abatidos pela dor, recorrermos a Maria, fazendo a meditação deste encontro dolorosíssimo. O valor do nosso silêncio se converte em força, quando nas horas difíceis soubermos recorrer à meditação desta dor!

Como é precioso o silêncio nas horas de sofrimentos! Há almas que não sabem sofrer uma dor física, uma tortura de alma em silêncio; desejam logo contá-la para que todos o lastimem! Jesus e Maria tudo suportaram em silêncio por amor a Deus!

A dor humilha e é na santa humildade que Deus edifica! Sem a humildade, trabalhamos em vão; vejam pois como a dor é necessária para a nossa santificação.

Aprendamos a sofrer em silêncio, como Maria e Jesus sofreram neste doloroso encontro no caminho do Calvário.  

5ª. Dor – Aos pés da Cruz

Na meditação desta dor encontraremos consolo e força para nossas almas contra mil tentações e dificuldades e aprenderemos a ser fortes em todos os combates de nossa vida.

Contemplemos Maria aos pés da Cruz, assistindo à morte de Jesus, com a alma e o coração transpassados com as mais cruéis dores!

Não nos escandalizemos com o que fizeram os judeus! Eles diziam: ‘Se Ele é Deus, por que não desce da cruz e se livra a si próprio?!’ Infelizes aqueles que não crêem que Jesus é o Messias. Não podem compreender que um Deus se humilhasse tanto e que a sua divina doutrina pregava a humildade. Jesus precisava dar o exemplo, para que seus filhos tivessem a força de praticar uma virtude, que tanto custa aos filhos deste mundo, que têm nas veias a herança do orgulho. Infelizes os que, à imitação dos que crucificaram a Jesus, ainda hoje não sabem se humilhar!

Depois de três horas de tormentosa agonia, Jesus morre, deixando Maria na mais negra escuridão! Sem duvidar um só instante, ela, contido, aceitou a vontade de Deus e, no seu doloroso silêncio, entregou ao Pai sua imensa dor, pedindo, como Jesus, perdão para os criminosos.

Entretanto, quem a confortou nessa hora angustiosa? Fazer a vontade de Deus foi o seu conforto; saber que o Céu foi aberto para todos os filhos foi seu consolo! Porque Maria também no Calvário foi provada com o abandono de toda consolação!

Sofrer em união com os sofrimentos de Jesus encontra consolo; sofrer por ter feito o bem neste mundo, recebendo desprezos e humilhações encontra força.

Que glória para nossas almas se um dia, por amarmos a Deus com todo o nosso coração, formos também perseguidos!

Aprendamos a meditar muitas vezes esta dor, que ela nos dará força para sermos humildes: virtude amada de Deus e dos homens de boa vontade.

 6ª. Dor – Uma lança atravessa o Coração de Jesus

Com a alma imersa na mais profunda dor, Maria viu Longinus transpassar o coração de seu Filho, sem poder dizer uma palavra! Derramou muitas lágrimas… Só Deus pode compreender o martírio desta hora, na alma e no coração!

Depois depositaram Jesus em seus braços, não cândido e belo como em Belém… Morto e chagado, parecendo mais um leproso do que aquele adorável e encantador menino, que tantas vezes apertara ao seu coração!

Se Maria tanto sofreu, não será ela capaz de compreender os nossos sofrimentos? Por que, então, não recorramos a Maria com mais confiança, ela que tem tanto valor diante do Altíssimo?

Por muito ter sofrido aos pés da cruz, muito lhe foi dado! Se não tivesse sofrido tanto, não teria recebido os tesouros do Paraíso em suas mãos.

A dor de ver transpassar o Coração de Jesus com a lança, conferiu a Maria o poder de introduzir, em seu amável Coração, a todos aqueles que a ele recorrerem. Corramos todos a Maria, porque ela pode nos colocar dentro do Coração Santíssimo de Jesus Crucificado, morada de amor e de eterna felicidade!

O sofrimento é sempre um bem para a alma. Regozijemo-nos, pois, com Maria, que foi a segunda mártir do Calvário! Sua alma e seu coração participaram dos suplícios do Salvador, conforme a vontade do Altíssimo, para reparar o pecado da primeira mulher! Jesus foi o novo Adão e Maria a nova Eva, livrando assim a humanidade do cativeiro no qual se achava presa.

Para correspondemos, porém, a tanto amor, sejamos muito confiantes em Maria, não nos afligindo nas contrariedades da vida; ao contrário, confiemos todos os nossos receios e dores a Ela, que saberá dar em abundância os tesouros do Coração de Jesus!

Não nos esqueçamos de meditar esta imensa dor, quando nossa cruz estiver pesada. Nela encontraremos força para sofrer por amor a Jesus que sofreu na Cruz a mais infame das mortes.

7ª. Dor – Jesus é sepultado

Quanta dor padeceu Maria quando teve que ver sepultado seu Filho. A quanta humilhação seu Filho se sujeitou, deixando-se sepultar, sendo Ele o mesmo Deus! Por humildade, Jesus submeteu-se à própria sepultura, para depois, glorioso, ressuscitar dentre os mortos!

Bem sabia Jesus o quanto Maria sofreria vendo-o sepultado; não a poupando, quis que Maria também fosse participante na sua infinita humilhação!

Vejamos como Deus amou a humilhação! Tanto que deixou-se sepultar nos santos Sacrários, a esconder sua majestade e esplendor, até o fim do mundo! Na verdade, o que se vê no Sacrário? Apenas uma Hóstia Branca e nada mais! Ele esconde sua magnificência debaixo da massa branca das espécies de pão! E não o admiramos tanto quanto Ele merece, por Jesus assim Se humilhar até o fim dos séculos!

A humildade não rebaixa o homem, pois Deus Se humilhou até à sepultura e não deixou de ser Deus.

Se queremos corresponder ao amor de Jesus, devemos mostrar que O amamos, aceitando as humilhações. A aceitação da humilhação nos purifica de toda e qualquer imperfeição e, desprendendo-nos deste mundo, passamos desejar mais intensamente o Paraíso.

Apresentamos estas sete Dores de Maria, não para queixar somente, mas para mostrar as virtudes que devemos praticar, para um dia estar ao seu lado e ao lado de Jesus! Receberemos a glória imortal, que é a recompensa das almas que, neste mundo, souberam morrer para si, vivendo só para Deus!

Nossa Mãe nos abençoa e nos convida a meditar muitas vezes nestas palavras ditadas, porque muito nos amo.

https://blogdamayaradelfino.wordpress.com/2017/04/04/sete-dores-de-nossa-senhora/

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Amar Jesus pelo partir do pão de nossa vida.

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Veja como são as coisas, como parece que vemos as coisas mas não vemos ao mesmo tempo, como se estivéssemos entorpecidos, por exemplo quantas vezes lemos algo, e só depois de muito tempo ao ler de novo refletimos algo maior e mais profundo que estava lá.
Ao assistir filme A Paixão de Cristo dirigido por Mel Gibson, vi Jesus Nosso Senhor sendo suspendido na cruz, e vi ele partindo o pão na santa ceia, percebi e senti que de fato o pão é o corpo de cristo, e que nosso corpo também é o corpo de cristo.
Por que quando Ele diz: Fazei isso a memoria de mim… Significa que nossa vida é para ser a cópia da dele, nós devemos sofrer, ser incompreendidos, e perante situações de doença e morte nossa ou de quem amamos nos sentirmos como ele no horto das oliveiras, homens e mulheres criaturas pequenas e que nada podem e Deus é quem tudo pode e tudo nos dá e nos tira a seu tempo para nosso bem, com todo amor e sabedoria.
Não podemos Adicionar Jesus em nossa vida, devemos submeter nossa vida a Jesus.
E  eu me perguntei, como tenho me relacionado com Ele, apenas o adicionando ou me submetendo?
E quem se submete de boa vontade o faz por quê?
Eu me submeto aos meus pais, os obedeço porque os amo, e amando confio neles e nas suas decisões porque sei que cada uma foi pensando em mim.
Mas em JESUS, e Deus … digo sempre: Jesus Nosso Senhor; Deus Nosso Pai, porém os trato de fato como Senhor e Pai.
É duro lidar com os nãos Deles, é duro perceber que não posso tudo, que minhas forças, energias, inteligências são incapazes e inúteis de retirar da doença/dor/ morte e sofrimento aquele(a) que amo.
É duro ver que um dia eu estarei frente a frente com as mesmas verdades e mistérios da doença e da morte e como folha ao vento nada posso interferir no curso da trajetória.
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Mas é no partir do pão que vejo…vejo Jesus filho de Deus Pai, ser suspenso no madeiro infame, a cruz balança até fixar-se de pé e nesse estalo o Filho de Deus sente seus ossos dentro de si, a dor o sufocamento, olha pra baixo ouve a zombaria e que ninguém se importa(exceto Maria Santíssima e São João), nenhum socorro, nenhum conforto e como barco que entra no mar e não vê mais a praia, assim Ele se vê levado, a dor se torna alucinante, o vazio e a solidão é palpável e no fim ele brada: PAI, EM TUAS MÃOS ENTREGO MEU ESPÍRITO…
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e HOJE, Jesus está vivo ressucitado, e nos promete que se partimos o nosso pão, se partirmos o nosso corpo, se no nosso abandono/solidão/dor nos abandonarmos em Deus, estaremos com o Ele e com o Pai, ressuscitaremos no último dia.
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Mas isso soa tão distante, tão no campo das idéias…
Porém a vida é ter esperança, e espera quem tem fé, e tem fé quem abandona todas as inteligencias e raciocínios pautados em tudo que conhece (e o que conhece é apenas o que está neste mundo).
Qual será a extensão que nosso Sim pode alcançar, quantas vidas podemos alcançar pelo testemunho de nosso Sim.
Chiara Luce dizia: Por ti Jesus, Se tu queres, eu também quero.
Quanta paz podemos alcançar se paramos de fazer força pra impedir a vontade de Jesus prevalecer.
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E quantas vezes o deixamos de ver O passar em nossas vidas porque não estamos prontos para tudo.
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…….
Sim Jesus, por mais que me doa, com tudo, em tudo e apesar de tudo…Tu és o mais importante.
Não se distancie do meu coração, pois esse vazio eu não suportaria.
Dai-me coragem e amor suficiente para tudo passar.
Amém
Viviane Cristina Camillo
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Orar Pelas Almas 2

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Orar pelas almas – Santa Cristina á admirável

OS VÔOS DE SANTA CRISTINA, A ADMIRÁVEL – A SANTA QUE VOAVA COMO UM PÁSSARO

 
 
 
Santa Cristina, cognominada a Admirável, ( St. Christina, the astonishing, ou mirabilis) oferece-nos um notável exemplo de milagres de levitação.

Não temos que discutir aqui o caráter histórico das excentricidades atribuídas a essa santa, que os próprios bolandistas (historiadores jesuítas) qualificam de paradoxal.

Para nós, é suficiente que esses doutos autores tenham aceitado as narrativas que lhe dizem respeito, declarando-as, pelo menos na parte que citamos dignas de crédito e consideração.
Omitir tais narrativas por temor do escândalo que a incredulidade pode provocar, seria ceder a um respeito humano que há muito tempo nos deveria ter detido, e que nos parece tão contrário à piedade como à Ciência.
Eis, em algumas palavras, o resumo dessa singular existência.

Cristina nasceu em San-Frond, na província de Liège, pelo meado do século XII órfã em pouco tempo, ela ficou com duas irmãs mais velhas e ocupava-se em guardar os rebanhos nos campos.
Ativados, porém, pela contemplação, os ardores da sua alma tornaram-se tão intensos que o corpo não pôde resistir. 

Ela caiu doente e morreu. No dia seguinte, levaram os seus despojos à igreja para a cerimônia dos funerais.
Na ocasião do Agnus Dei da missa que se celebrava por ela,viram-na de repente mexer-se, levantar-se no esquife e voar, como um pássaro, até à abóbada do templo.
Os assistentes fugiram espantados, à exceção da irmã mais velha, que ficou imóvel, mas não sem terror, até ao fim da missa.
Atendendo à ordem do sacerdote, Cristina desceu ilesa e voltou para casa, onde tomou a refeição com as suas irmãs.
Contou depois aos amigos, que vieram para interrogá-la, que, logo depois da sua morte, os anjos a tinham sucessivamente transportado ao purgatório, ao inferno, ao paraíso.
Aí, fora-lhe dada à escolha de ficar para sempre neste lugar ou de voltar a Terra para, com os seus sofrimentos, trabalhar no resgate das almas do purgatório, o que ela aceitara sem hesitação.
Pelo purgatório tinha ela que passar, pois que desde então começa para essa virgem admirável a vida mais estranha.
A presença e o contacto dos homens são-lhe insuportáveis. Para evitá-los, ela foge para os desertos, voa para cima das árvores, para o alto das torres, para as empenas das igrejas, para todos os pontos elevados.
Julgam-na possessa, perseguem-na, apanham-na com muita dificuldade, e prendem-na com cadeias de ferro.
 
 Ela, porém, se solta e continua as suas corrida aéreas, indo de uma para outra árvore, como faria um pássaro.
A fome, todavia, aperta-a. Invoca então o Senhor e, contra todas as leis da Natureza, os seios destilam-lhe um leite abundante com que ela se alimenta durante nove semanas.
 Cai segunda vez nas mãos dos que a perseguiam, mas escapa-lhes novamente, e vai a Liège pedir a um sacerdote a divina Eucaristia. 
 
Munida desse alimento celeste, sai da cidade, levada pelo Espírito com a rapidez de um turbilhão, atravessa o Meusa, ligeira como um fantasma, etorna a começar a sua vida errante, longe das moradas humanas, nos cimos das árvores e das torres, muitas vezes sobre as estacas que cercavam as sebes, nos ramos mais delgados, onde pousava e se balançava como um pardal.
Envergonhados dessas aparentes extravagâncias, que o público atribuía a uma legião de demônios, as suas irmãs e os seus amigos pagaram a um malvado, homem de muita força, para que a agarrasse.
Tendo-se esse homem posto ao seu encalço e não conseguindo agarrá-la, pôde, contudo aproximar-se bastante para quebrar-lhe, com uma pancada de clava, o osso de uma perna, e foi nesse estado que a trouxe às irmãs.
Por compaixão, elas mandaram levá-la num carro a um médico de Liège, recomendando-lhe ao mesmo tempo em que a curasse e prendesse bem.
Este a encerrou numa adega que tinha por única abertura a entrada, atou-a com segurança a uma coluna, e tornou a fechar a porta, depois de ter aplicado ao membro fraturado as ligaduras convenientes.
Logo que ele se retirou, Cristina atirou fora o aparelho, tendo como indigno recorrer a outro médico que não fosse o Senhor Jesus. A sua esperança não foi iludida.
Uma noite, o Espírito de Deus veio derramar-se sobre ela, quebrou suas cadeias, curou-a de sua fratura, e ela, livre, corria e pulava de alegria no seu cárcere, louvando e bendizendo Aquele por quem resolvera viver e morrer.
Não tardou que, sentindo-se o seu espírito angustiado entre essas paredes, ela conseguisse, com a ajuda de uma grande pedra, abrir uma saída e, veloz como uma seta, arremessando-a para fora, reconquistar a sua liberdade.
Apanhada terceira vez, apertaram-na de tal forma a um banco de pau, que as cadeias em breve penetraram-lhe nas carnes.
Acabrunhada de sofrimentos, aos quais veio juntar-se o tormento da fome, recorreu de novo ao Senhor, e viu então correr de seus peitos, assim como já referimos, um óleo límpido com qual molhou o pão e untou as chagas.
Enternecidas com esse espetáculo, as irmãs, até então desumanas por incredulidade, tiraram-lhe as cadeias e permitiram-lhe que seguisse, em toda a liberdade, o Espírito que a animava.
Continuou, com efeito, as suas santas loucuras durante longos anos, porque decorreram quarenta e dois anos entre a sua ressurreição e a sua morte, que se efetuou no ano de 1224.
Esse poder ascensional produz-se algumas vezes com tal energia que nenhum obstáculo é capaz de contê-lo. O que acabamos de narrar a respeito de Cristina, a Admirável, bastaria como prova, mas não é este o único exemplo de levitação entre os Santos de Deus da Igreja.
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Fazer mais, pela Vida

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

O aborto é um assunto muito polêmico, mas a verdade é que mulheres do mundo inteiro, pelas mais variadas razões, continuam a se desfazer dos filhos. O homem que se segue não conseguiu ficar indiferente a essa situação, e resolveu fazer algo muito comovente.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

 

Tong Phuoc Phuc é um vietnamita que há mais de 15 anos tomou para si o trabalho de sepultar apropriadamente todos os bebês que são abortados em uma clínica de sua cidade. Tudo começou em 2001, quando sua própria mulher ficou grávida. Juntos foram ao hospital e, durante todos os dias que estiveram esperando que o bebê nascesse, ele se deu conta que muitas outras mulheres grávidas entravam em um quarto e saíam sem seus bebês. – “Mas o que está acontecendo aqui?”, se perguntou.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

Depois de um tempo ele finalmente descobriu o que ocorria e ficou com o coração tão dilacerado que não conseguiu evitar o choro. A ideia de que crianças eram abortadas sem a mínima oportunidade de vir a este mundo lhe doía muito e, então, decidiu perguntar se talvez pudesse levar os corpos dos bebês mortos para, ao menos, lhes dar um enterro apropriado.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

O ex-trabalhador da construção civil pegou suas economias de anos e comprou um terreno no topo de uma colina chamada Hon Thom, na cidade de Nha Trang, no sudeste do Vietnã, e começou a sepultá-los, um por um, como correspondia.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

No princípio, sua mulher achou que ele havia enlouquecido, mas Tong não renunciou a sua tarefa auto-imposta e desde então este homem sepultou mais de 10.000 bebês.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

No entanto, o que ninguém sabia até então, era sua verdadeira intenção: gerar consciência para salvar a vida dessas crianças. Dizem que seu cemitério não é só um lugar de tristeza, senão que um jardim feito para tocar o coração das mulheres que estão duvidando de suas gravidezes.

Assim, as mães que não tinham os meios para dar a luz, foram se aproximando de Tong em busca de ajuda. O homem passou de ser um cavador de sepulturas infantis, a um salvador de vidas.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

O que ele fez? Começou a adotar as crianças com a ideia de que, quando as mães possam (arrumem um trabalho, aceitação da família, etc.), venham buscá-los para então criá-los com dignidade. E, se não retornarem, ele mesmo cria e educa. Hoje em dia, Tong alberga mais de 100 crianças em seu lar.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

Como não é possível lembrar o nome de todos, ele inventou uma forma fácil de chamá-los. Os meninos são chamados de Honra, e as meninas, Coração. No entanto, este pai não trata as crianças como se fossem a de um lar adotivo, ele os vê realmente como seus próprios filhos.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

Criar e cuidar de crianças é obviamente uma enorme tarefa, mas Tong ama seu papel de pai.

Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção
Homem recolhia bebês abortados para os sepultar, mas depois descobriram sua verdadeira intenção

– “Continuarei este trabalho até o dia que morra, e espero que meus filhos sigam fazendo o mesmo uma vez que eu já não esteja neste mundo”, assinalou este incrível e bondoso ser humano.

 

Fonte: http://pensadoranonimo.com.br/homem-recolhia-bebes-abortados-para-os-sepultar-mas-depois-descobriram-sua-verdadeira-intencao/

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Caminhando na fé

Papa na Audiência Geral: lamentar-se com Deus é um modo de rezar

Audiência Geral com Papa Francisco na Sala Paulo VI – ANSA

28/12/2016 12:35
Quarta-feira, 28 de dezembro, audiência geral com o Papa Francisco, na Sala Paulo VI, em que Francisco dedicou a sua catequese ao tema da fé e da esperança. Na vida de Abraão, disse, podemos aprender o que é o caminho da fé e da esperança. Um dia ouvira o Senhor que o chamava a deixar a sua terra partindo para outra que lhe indicaria; ele obedece e parte para a Terra Prometida.

Esta seria possuída pelos seus herdeiros; só que Abraão não tinha filhos, nem via possibilidade de os ter, pois ele era já idoso e Sara, sua esposa, estéril. A este propósito, escreve São Paulo na Carta aos Romanos: «Foi com uma esperança, para além do que se podia esperar, que Abraão acreditou e assim se tornou pai de muitos povos», ressaltou o Papa.

Confiando nesta promessa, Abraão põe-se a caminho, aceita deixar a sua terra e tornar-se estrangeiro, esperando este “impossível” filho que Deus lhe deveria dar, apesar do ventre de Sara ser já praticamente como morto.

Abraão acredita, a sua fé abre-se a uma esperança aparentemente irracional; essa é a capacidade de ir além dos raciocínios humanos, da sabedoria e da prudência do mundo, além daquilo que normalmente é considerado bom senso, para acreditar no impossível. A esperança abre novos horizontes, permite-nos sonhar aquilo que não é sequer imaginável. A esperança faz entrar na escuridão de um futuro incerto para caminhar na luz”.

Mas é um caminho difícil! – reconheceu Francisco – e o próprio Abraão sentiu o peso da desilusão, do desânimo: o tempo passa, e o filho não vem. E lamenta-se com Deus. Mas também este lamento é uma forma de fé, disse o Papa. Apesar de tudo, Abraão continua a crer em Deus e a esperar que algo possa ainda acontecer:

“E eis que lhe foi dirigida esta palavra do Senhor: “Não será ele o teu herdeiro, mas um nascido de ti será o teu herdeiro”. Depois levou-o para fora e disse-lhe: “Olha para o céu e conta as estrelas, se pode contá-las”, e acrescentou: “Assim será a tua descendência”. E Abraão acreditou no Senhor, que lhe reputou como justiça”.

Por isso, continuou o Papa, a fé não é apenas silêncio que tudo aceita sem replicar e a esperança não dá uma certeza tal que te preserve de dúvidas e perplexidades. A fé é também lutar com Deus, mostrar-Lhe a nossa amargura sem piedosos fingimentos. E a esperança é também não ter medo de olhar a realidade como está e aceitar as suas contradições. E acrescentou:

“Abraão, portanto, na fé, se dirige a Deus para que o ajude a continuar a esperar. E o Senhor responde insistindo com sua inverosímil esperança: o herdeiro não será um servo, mas um filho, nascido de Abraão, gerado por ele. Nada mudou, para Deus. Ele continua a reafirmar o que tinha dito e, e não oferece pontos de apoio a Abraão para se sentir tranquilo. A sua única segurança é  confiar na palavra do Senhor, e continuar a esperar”.

Na conclusão da sua catequese, Francisco sublinhou ainda que é esta fé, este o caminho da esperança que cada um de nós deve percorrer. Se para nós também a única possibilidade que nos resta é a de olhar para as estrelas, então é tempo de confiar em Deus. Não existe coisa mais bela.

Fonte: pt.radiovaticana.va/…/papalamentarse_com_deus_é_um_modo_de_rezar/1282106

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Como Deus é bondoso para conosco, apesar de nosso desânimo; nosso cansaço; nossa dor interior; nossa ilusão(ou talvez esperança) que aos poucos se esvaem deixando dor e vazio, ele espera e sempre reafirma suas promessas.

Realmente é difícil, esperamos um sinal, esperamos algo visível e palpável para constatarmos que será feito o que esperamos.

No meu caso ainda tem um ponto a mais, fico triste em sentir essa necessidade de sinais, gostaria de apenas crer na promessa e isso ser o suficiente para os meus sentimentos.

Muitos dizem que a razão domina os sentimentos, mas ao olhar dentro de mim descordo plenamente, porque vejo que pensamos racionalmente somente quando estamos calmos e pacificados.

Quando estou na tribulação e também atribulada, meus sentimentos de medo e insegurança dominam quaisquer raciocínios, tento avidamente pensar em argumentos para me acalmar, mas é em vão…Somente Deus acha em mim uma brecha que vai aplacando minhas febres.

Foi reconfortante para mim ler as palavras do Santo Padre, pois mostra que a fé tem muitas nuances:

“…fé não é apenas silêncio que tudo aceita sem replicar e a esperança não dá uma certeza tal que te preserve de dúvidas e perplexidades. A fé é também lutar com Deus, mostrar-Lhe a nossa amargura sem piedosos fingimentos. E a esperança é também não ter medo de olhar a realidade como está e aceitar as suas contradições.” Santo Padre texto acima

Ao deparar com essas palavras reflito que colocamos nosso Deus pelo modo que percebemos o mundo, pelos padrões humanos.

A palavra “Bondade”,  realmente é pobre em significado para expressar quão bom é nosso Deus, e creio que essa bondade além de tudo que podemos mensurar nos confunde em nossa sabedoria, principalmente ao nos depararmos com as dificuldades e maldades do mundo, no “fundinho” de nosso coração, achamos impossível de ser tão grandiosa e generosa essa bondade do Pai.

Nós estamos aqui para nos purificar e juntamente cumprir uma missão, mais no decorrer de nosso tempo aqui buscamos a todo custo coisas/pessoas/situações que nos deem conforto e segurança, nos apegamos e assim sofremos.

Na bíblia peguemos por exemplo os salmos, nele há inúmeras passagens onde nos afirma e reafirma, que somente no Senhor temos amparo, que Ele é nosso rochedo, por isso a entrega tem que ser total, além dos raciocínios deste mundo.

” Abraão acredita, a sua fé abre-se a uma esperança aparentemente irracional; essa é a capacidade de ir além dos raciocínios humanos, da sabedoria e da prudência do mundo, além daquilo que normalmente é considerado bom senso, para acreditar no impossível.” Santo Padre texto acima

Somente um coração desesperadamente apaixonado pelo Pai Eterno, Jesus e o Espírito Santo, tem esse nível de entrega como Abraão, como os apóstolos e outros santos da igreja.

Só no amor podemos nos jogar no invisível, nos lançar para longe dos raciocínios e provas.

Existe uma frase que diz: “Para quem crê nenhuma prova é necessária, mas para quem não crê prova alguma é suficiente.”

Podemos questionar a Deus, pois é difícil a caminhada da fé, mas constatamos nossa fé se manifestando quando nunca o abandonamos mantendo as rogativas, súplicas e principalmente agradecendo.

E se Deus quiser seremos um dia entrépidos, onde nada nos arrancará a paz e luz que Deus se faz em nós.

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Viviane C. Camillo

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Precisamos ser sinais

Fonte: http://homilia.cancaonova.com/

“Não adianta só falarmos de Deus, mostrarmos que Ele é amor, que é Pai, se não levarmos essa experiência da nossa vida para o coração das pessoas. Elas precisam ver os sinais do Reino de Deus acontecer em nosso meio! E são tantos os testemunhos, tantos sinais visíveis e palpáveis de que o Reino de Deus está no meio de nós!

Sabe o que acontece? Vivemos num mundo em que as pessoas gostam de falar de tragédias, desgraças, coisas negativas, horrores e dissabores. Já existem jornais, programas na televisão para mostrar os desastres da humanidade! É verdade que onde nós vivemos, por onde passamos, coisas negativas acontecem, mas por que ficamos nas coisas negativas? Por que ouvimos tanto e proclamamos tanto aquilo que só é mau, ruim? Por que a prática da fofoca é mais envolvente do que a prática da evangelização e do anúncio da Boa Nova? Por que será que as práticas maldosas são mais conhecidas do que as práticas do bem?

Quanta caridade, quanto amor, quanta ternura, quantas pessoas sendo transformadas! Quando nós começarmos a rezar mais uns pelos outros, quando começarmos a fazer mais o bem, e o mal sair da nossa vida, quando deixarmos de dar ouvidos à fofoca, às coisas ruins, às tragédias e negatividades da vida, seremos agentes de transformação deste mundo, como Jesus foi!

Cristo precisa que nós sejamos outros “cristos”, fazendo as obras que Ele fez em Seu nome maiores ainda. Não é ilusão, não é passar uma faixa para enganar e parecer que o mundo está bem. Não! Sabemos o quanto esse mundo está ruim e quanta coisa negativa tem no mundo em que vivemos, mas não podemos negar que entre nós está o Reino de Deus.”

Padre Roger Araújo

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Gostaria de convidar meus amigos(as), a passarem um dia todo pensando somente coisas positivas, mas não pode nem um misero pensamento pessimista(realista como muitos dizem), será que você é capaz?

Vivemos sim num mundo doente, num mundo onde é mais fácil pensar no mal do que no bem.

Vivemos imersos em nossos mundos particulares e fazendo sempre a mesma coisa todos os dias, reclamamos da mesmice, mas quando uma doença surge, nos pegamos nostálgicos dos momentos de mesmices onde tínhamos saúde.

“Quando nós começarmos a rezar mais uns pelos outros, quando começarmos a fazer mais o bem, e o mal sair da nossa vida,…seremos agentes de transformação deste mundo, como Jesus foi!” (texto acima)

O poder da individualidade é algo muito forte e poderoso, que se bem aplicado transforma primeiro a sua vida te fazendo respirar mais livremente, e através de você outros seguem novos caminhos pois você os faz repensar suas vidas.

Outra questão importante é refletir se de fato você é convicto das convicções que diz possuir.

Muitos dizem eu creio em Deus, eu creio no reino de Deus, mas diante das injustiças não age conforme sua crença em Jesus, não pratica atos de justiça, amor e caridade.

Quando você pensa em Jesus o vê por exemplo em manifestações ruidosas, em quebra-quebras?

Quando você pensa em Jesus o vê dando um golpe de estado?

Quando você pensa em Jesus o vê fazendo justiça com as próprias mãos, matando ou ferindo alguém?

Quando pensa em Jesus o vê em uma roda falando mal de políticos ou quem quer que seja?

Quando pensa em Jesus o vê como?

Não digo que você faz, participa ou ao menos concorda com qualquer dos exemplos citados.

Digo como exemplo, para que você das menores as maiores ações/pensamentos e emoções, pense como Jesus agiria, e assim se dedique ardentemente em agir conforme crê que Ele agiria (já que Jesus é o seu Senhor).

Muitos dizem “Eu não sou Jesus Cristo, e ele me entende, e nem mesmo ele concordaria etc…”

E Jesus responde em Mateus capítulo 5 versiculo 48  “Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.”

e também: “Apocalipse: 3.15 . Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!

3.16 . Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.”

Amigos(as) de uma coisa temos certeza, que iremos embora.

Amigos(as) pensem muito em suas almas, coloquem todos seus esforços para colaborar na sua salvação, rezem e pratiquem o bem, dominem o medo e a raiva, sejam de Cristo até o fim, custe o que custar.

“…não podemos negar que entre nós está o Reino de Deus.” texto da homilia acima.

Chamem vossos anjos da guarda, Deus lhes deu para ajudá-los nesse projeto de salvação, roguem a Jesus misericórdia por vossas vidas e almas, sede misericordiosos na mesma medida desejam para si esta misericórdia, roguem também a Virgem Maria pois Deus quis precisar dela para trazer Emanuel para o mundo e salvar-nos, e por fim tende confiança que Deus é contigo e que faz o impossível ser alcançado.

Viviane Cristina Camillo.

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Repousar em Deus

Saiba colocar em Deus o repouso necessário para sua vida.
 
Mas o que é de fato repousar no Senhor?
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Repouso lembra descanso, mas só descansa aquele que sente que tudo vai bem e que está em segurança, principalmente a palavra segurança.
 
Mas será que nos sentimos seguros?
 
Vivemos relaxados sentindo todo amparo que dizemos crer que Deus nos dá, ou buscamos resolver tudo e abraçar todas as coisas.
 
Sei que devemos ter responsabilidades e isso é saudável, o problema é que sem perceber achamos que podemos resolver tudo, mas nem tudo para não dizer a maioria deste tudo podemos resolver sozinhos, precisamos de um guia e ter certeza que Ele sempre está ao nosso lado, passando a nossa frente resolvendo o que somos por fraqueza humana incapazes.
 
Repouse no Senhor, não permita que o desespero, o medo, a pressa, a autossuficiência te roube Dele e de sua paz.
Deus quer que nos deixemos conduzir por Ele, seguir confiando que nos guia, levando sempre pelo melhor caminho.
 
Deus não nos dá o caminho mais curto e sim o caminho seguro, o caminho da verdade, por isso nosso coração fica relaxado, em paz e repousa.
 
Muitos de nós acha que conhece Deus, mas apenas sabe quem é.
 
Conhecer é ir ao fundo da pessoa, saber o que lhe é importante; o que lhe faz rir; o que lhe faz chorar; seus gostos; o que lhe agrada; principalmente isso saber o que lhe agrada para não entristece-lo.
 
Será que somos assim com nosso Deus, com o nosso Pai Eterno e com Jesus?
 
Tem pessoas que sabem todas as citações bíblicas de cor, mas será que isso de fato garante conhecer Deus Pai.
 
Para conhecer um país ou cidade não basta ler tudo sobre ele, devemos ir lá não a passeio porque veremos somente o belo das agências de turismo, devemos para de fato conhecer morar neste lugar, assim veremos cada detalhe de bom e ruim de lá.
 
Deus nos conhece assim, ele mora em nós. 
 
Se nós mudamos para um bairro violento por exemplo, assim que pudermos nos mudamos.
Deus não se muda de nosso coração mesmo tendo ruas sujas e portas fechadas para ele.
Como amoroso que é o Pai Eterno aguarda e age nos momentos certos para levar luz, limpeza onde antes era inabitável.
 
E nós? Ficamos com o Pai Eterno quando surge os problemas, as dores, as perdas, ou nos mudamos: de religião; de crença ou paramos de crer; nos afundamos nos abismos do vício; das más condutas; resolvemos ser maus “porque o mundo é dos espertos” etc.?
 
Repouse no Senhor, deite em seu colo, fique com Ele, tenha confiança, tudo vai passar, em tudo haverá uma saída mesmo que ainda você não a veja.
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Deixe o Senhor passar as mãos por entre seus cabelos e acarinhá-lo(a), afagando e acalmando toda a angústia que paira sobre você.
 
Ele sabe que está difícil, mas não pode fazer tudo por você, mas fará com você.
 
Ele lhe confortará, ele modelará seu coração e lhe transformará sem que você perceba, seu pecado que é o causador de tua visão distorcida ele apagará e verás com clareza.
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Repouse, espere acarinhado(a), confiando nesse amor e Ele que é o mesmo ontem, hoje e sempre não lhe decepcionará, mesmo que o resultado não seja o que você esperava será o que você precisa.
 
Quando conhecemos de fato uma pessoa, e passamos assim a amá-la, cumprir sua vontade já não é nenhum sacrifício, porque sabemos em quem confiamos, logo amamos fazer o que nos pede e seu senhorio sobre nós não é pesado e sim um prazer.
 
Conheçamos assim nosso Pai Celeste, amemos fazer o que nos manda, pois não é o “mando” deste mundo, aceitemos tudo aquilo que vier com todo amor, porque é com todo amor que vem para nós.
 
Doenças, mortes, perdas devem ser vistas do alto, sentidas pelo prisma de um amor enamorado de Deus por nós, mas para isso repouse Nele.
Busque conhecê-lo (Pai Eterno e Senhor Jesus) orando muito e praticando o bem em toda menor ou maior oportunidade que tiver e Deus lhe devolverá a visão e serás feliz já na terra.
 
Viviane Cristina Camillo
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